1996 – “Resident
Evil”: Um “filme B” com ares de “game A”.
Lançado para PlayStation e posteriormente para
Sega Saturn, o primeiro Resident Evil colocava o jogador na pele de um membro
do time Alpha da força tarefa S.T.A.R.S. (Special Tactics And Rescue Service),
na busca do time Bravo, desaparecido na floresta das imediações de Raccoon
City. O time Bravo tinha como objetivo investigar uma série de assassinatos
brutais na região.
Após encontrar o helicóptero do time Bravo, o time Alpha inicia uma varredura na área, até serem encurralados por cães extremamente ferozes e rápidos, que vão eliminando os membros do time.
Os poucos sobreviventes do time Alpha batem em retirada, até encontrar uma mansão aparentemente abandonada. Presos na mansão, o time inicia uma busca por saídas ou algo que pudesse ajudar a sair da difícil situação. Entretanto, as coisas só pioram...
Durante as primeiras investigações na mansão, o jogador encontra um membro do time Bravo, Kenneth J. Sullivan, morto. Mais do que isso: Ele estava sendo devorado por um tipo de zumbi.
Cabia aos sobreviventes do time Alpha (Albert Wesker, Chris Redfield, Barry Burton e Jill Valentine) descobrir de onde veio este zumbi, o que aconteceu com os demais membros do time Bravo e encontrar um meio de sair desta macabra mansão.
Durante o desenrolar dos fatos, descobre-se que a mansão é local de experimentos ilegais, sob a liderança do conglomerado médico Umbrella. As pesquisas indicavam a criação de um tipo de vírus mutagênico chamado T-Virus (Vírus T).
Na parte final do game é revelada a verdadeira identidade de Wesker, como um agente da própria Umbrella.
O jogador tinha como opção jogar com Chris Redfield ou Jill Valentine. Chris é mais forte, agüentando melhor as investidas dos inimigos, e também possui maior poder de fogo. Já Jill é mais ágil, podendo carregar mais itens, além de contar com o item Lockpick, que permite destrancar fechaduras mais simples sem a necessidade de procurar por chaves.
Durante o game, o jogador podia contar com o apoio esporádico de Barry Burton, especialistas em armas do time Alpha (ele dá apoio à Jill, fornecendo novas armas ou muinições), ou com Rebecca Chambers, para-médica do time Bravo (que dá apoio a Chris, curando o personagem com ervas ou medicamentos). Wesker também dá apoio ao jogador durante o game, em determinadas situações.
A jogabilidade do game era boa, apresentando uma dificuldade elevada, dada a pouca munição que o jogador encontrava ao desenrolar da trama, bem como a limitada capacidade de se carregar itens e a pouca quantidade de itens para recuperar a energia perdida por eventuais ataques dos monstros.
Soma-se a necessidade constante do jogador ter que revirar a mansão diversas vezes na busca por itens, como chaves, documentos ou outros itens para dar avanço no game. Por muitas vezes isso era frustrante, mas servia para obrigar o jogador a passar novamente por locais já visitados. E nada impedia que na segunda visita algum monstro pudesse saltar do nada contra o jogador, que, por sua vez, poderia não estar esperando um ataque num lugar onde antes nada havia. Depois da terceira vez que isso acontecesse, o terror psicológico já estaria fazendo efeito sobre o jogador.
Os gráficos tridimensionais impressionaram na época, bem como um sistema de loadings dados através de pequenas animações de portas sendo abertas, no transcorrer de um ambiente para outro, dando maior fluidez ao game.
Talvez o maior fator negativo do game seja suas animações feitas com filmagens reais, com atores interpretando os personagens. A interpretação era péssima, dando ares cômicos ao game, lembrando os “filmes B” de terror.
Até hoje é possível encontrar alguém fazendo menção a esta triste e cômica peculiaridade do primeiro Resident Evil.
De modo geral, a crítica foi positiva e era claro que o game teria uma continuação.
Vale mencionar que em 2003 foi lançada uma versão re-make do game, para o Game Cube da Nintendo. Apresentando gráficos soberbos, novas opções e localizações da mansão, adaptações no enredo original (dando maior seriedade ao game) e a possibilidade de se carregar novas armas, como punhais e aparelhos de choque.
E, é claro, as filmagens originais foram substituídas por animações em computação gráfica de alta qualidade. A IGN afirmou que esta versão era “o game mais assustador que já jogamos”.
A versão do Game Cube vendeu sozinha mais de 1,35 milhões de cópias.
Após encontrar o helicóptero do time Bravo, o time Alpha inicia uma varredura na área, até serem encurralados por cães extremamente ferozes e rápidos, que vão eliminando os membros do time.
Os poucos sobreviventes do time Alpha batem em retirada, até encontrar uma mansão aparentemente abandonada. Presos na mansão, o time inicia uma busca por saídas ou algo que pudesse ajudar a sair da difícil situação. Entretanto, as coisas só pioram...
Durante as primeiras investigações na mansão, o jogador encontra um membro do time Bravo, Kenneth J. Sullivan, morto. Mais do que isso: Ele estava sendo devorado por um tipo de zumbi.
Cabia aos sobreviventes do time Alpha (Albert Wesker, Chris Redfield, Barry Burton e Jill Valentine) descobrir de onde veio este zumbi, o que aconteceu com os demais membros do time Bravo e encontrar um meio de sair desta macabra mansão.
Durante o desenrolar dos fatos, descobre-se que a mansão é local de experimentos ilegais, sob a liderança do conglomerado médico Umbrella. As pesquisas indicavam a criação de um tipo de vírus mutagênico chamado T-Virus (Vírus T).
Na parte final do game é revelada a verdadeira identidade de Wesker, como um agente da própria Umbrella.
O jogador tinha como opção jogar com Chris Redfield ou Jill Valentine. Chris é mais forte, agüentando melhor as investidas dos inimigos, e também possui maior poder de fogo. Já Jill é mais ágil, podendo carregar mais itens, além de contar com o item Lockpick, que permite destrancar fechaduras mais simples sem a necessidade de procurar por chaves.
Durante o game, o jogador podia contar com o apoio esporádico de Barry Burton, especialistas em armas do time Alpha (ele dá apoio à Jill, fornecendo novas armas ou muinições), ou com Rebecca Chambers, para-médica do time Bravo (que dá apoio a Chris, curando o personagem com ervas ou medicamentos). Wesker também dá apoio ao jogador durante o game, em determinadas situações.
A jogabilidade do game era boa, apresentando uma dificuldade elevada, dada a pouca munição que o jogador encontrava ao desenrolar da trama, bem como a limitada capacidade de se carregar itens e a pouca quantidade de itens para recuperar a energia perdida por eventuais ataques dos monstros.
Soma-se a necessidade constante do jogador ter que revirar a mansão diversas vezes na busca por itens, como chaves, documentos ou outros itens para dar avanço no game. Por muitas vezes isso era frustrante, mas servia para obrigar o jogador a passar novamente por locais já visitados. E nada impedia que na segunda visita algum monstro pudesse saltar do nada contra o jogador, que, por sua vez, poderia não estar esperando um ataque num lugar onde antes nada havia. Depois da terceira vez que isso acontecesse, o terror psicológico já estaria fazendo efeito sobre o jogador.
Os gráficos tridimensionais impressionaram na época, bem como um sistema de loadings dados através de pequenas animações de portas sendo abertas, no transcorrer de um ambiente para outro, dando maior fluidez ao game.
Talvez o maior fator negativo do game seja suas animações feitas com filmagens reais, com atores interpretando os personagens. A interpretação era péssima, dando ares cômicos ao game, lembrando os “filmes B” de terror.
Até hoje é possível encontrar alguém fazendo menção a esta triste e cômica peculiaridade do primeiro Resident Evil.
De modo geral, a crítica foi positiva e era claro que o game teria uma continuação.
Vale mencionar que em 2003 foi lançada uma versão re-make do game, para o Game Cube da Nintendo. Apresentando gráficos soberbos, novas opções e localizações da mansão, adaptações no enredo original (dando maior seriedade ao game) e a possibilidade de se carregar novas armas, como punhais e aparelhos de choque.
E, é claro, as filmagens originais foram substituídas por animações em computação gráfica de alta qualidade. A IGN afirmou que esta versão era “o game mais assustador que já jogamos”.
A versão do Game Cube vendeu sozinha mais de 1,35 milhões de cópias.
